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2017-06-22

Regras para transcrição de áudio da TRANSCRICOES

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2017-06-22
Regras de transcrição de áudio da TRANSCRICOES.com.br

Regras para transcrição de áudio da TRANSCRICOES tem por finalidade apresentar uma proposta de trabalho para padronização das empresas que desejarem fazer parte da nossa Rede de Transcritores Independentes.

Com um sólido arcabouço teórico e prático de mais de 3.000 horas de trabalho revisados em mais de 12 mil horas de trabalho atuando como transcritor-revisor, o autor faz a proposta que se adotem as seguintes regras de transcrição para homogeneizar os trabalhos, através da divulgação do nosso Manual do Candidato e Transcritor, edição atualizada e ampliada de junho/2017.

Regras para transcrição de áudio da TRANSCRICOES – representação dos falantes

A representação dos falantes é fundamental para a manutenção de determinado padrão da apresentação de um trabalho. Normalmente teremos entrevistas um para um, mas pode ocorrer variações no número de falantes e também na configuração das situações como audiência pública, assembleia ou ainda sessões de julgamentos em tribunais. Seguem as convenções a serem adotadas por você.

 

Identificação dos falantes (até duas pessoas)

Cerca de 80 por cento de nossos trabalhos são entrevistas em ambiente interno com um pesquisador e um respondente. Pode haver dificuldade quando a gravação for em ambiente externo (normalmente restaurantes ou cafés) ou em ambiente com eco, ou ainda em praças ou entrevista de rua. Os pesquisadores serão identificados como “P1:” sejam homens ou mulheres. Os respondentes são identificados como “H1:” ou “F1:” (não esquecer de colocar o número).

P1: Pesquisador(a)

F1: Respondente feminino

H1: Respondente masculino

Reconheceremos a opção sexual do entrevistado

 

Identificação dos falantes (até quatro pessoas)

Aqui temos que identificar os falantes, pois é fácil segregar as vozes. A não ser que os entrevistados sejam irmãos gêmeos idênticos (é incrível, até a risada desse pessoal é igual), mas não se preocupem. Em mais de 2 mil horas de áudios revisados, nunca peguei um caso desses.

P1: Pesquisador(a) principal

P2: 2º pesquisador(a)

F1: Voz feminina

H1: Voz masculina

 

Identificação dos falantes (grupo focal)

Grupos focais não profissionais (normalmente trabalhos acadêmicos) têm a característica de serem gravações com problemas de qualidade de captação. Envolvem várias pessoas com diferentes timbres de voz e diferentes distâncias. Normalmente ocorre que eles ficam sentados em lugares fixos. Alguns mais distantes podem não estar acostumados a ter suas vozes gravadas e podem variar a projeção de voz, mas acho que a maior dificuldade é a sobreposição de vozes. Há também variação quando se quer economizar espaço no gravador ou celular e se grava com compressão do arquivo de áudio de baixa qualidade. Paciência, temos que fazer o nosso serviço. Pode haver necessidade de identificar os falantes, mas normalmente, não. Cuidem especialmente de anotar as sobreposições de vozes onde elas ocorrerem, pois às vezes a chave de uma grande ideia pode estar nessas interações um pouco mais chatinhas e/ou difíceis de transcrever.

P1: Pesquisador(a) principal

P2: 2º pesquisador

F1: Vozes femininas (todas as vozes)

H1: Vozes masculinas (todas as vozes)

(não é necessário diferenciar os falantes em H1, H2, H3 etc. A não ser se solicitado)

 

Identificação de reuniões formais (assembleias)

Existem as reuniões formais, as assembleias de condomínio ou reuniões de conselho de administração ou ainda audiências públicas. As reuniões de conselho de administração e reuniões de audiências públicas (não confundir com sessões de tribunal) são bem gravadas pois ocorrem com microfone ligado. Intervenções fora do microfone já são um pouco complicadas de se ouvir; e se ocorrem muito longe da captação de som podem tornar a transcrição mais árdua. Já as assembleias de condomínio, elas normalmente são gravadas em situações de conflito (raramente assembleias sem conflito necessitam de transcrição), então o que interessa para registro da fala numa transcrição são principalmente os momentos de conflito entre condômino e presidente da mesa ou síndico.

P1: Presidente da mesa

P2: Secretário nomeado na hora

P3: Membros da mesa (síndico, advogado, etc.)

F1: Vozes femininas (da assembleia)

H1: Vozes masculinas (da assembleia)

(em caso de tumulto ou intervenções fora do microfone pode haver ocorrência de não-registro)

 

Identificação de audiências

Cada áudio contém normalmente a fala do juiz, que chama o depoente (seja ele réu ou testemunha) confirmando-se a sua identificação e protocolarmente pergunta se a testemunha é amiga ou tem relação de parentesco ou é inimiga da contraparte, após o que faz as advertências legais. Chama a promotoria ou o advogado da parte. Depois chama-se o advogado da contraparte. Todos inquirem o depoente (réu ou testemunha) um de cada vez. Pode haver casos de múltipla defesa, então identificamos os advogados de defesa como D1, D2… etc. (é raro, mas pode ocorrer).

Características deste áudio: Varia muito de qualidade, e a depender da gravação, se a gravação for o áudio oficial do tribunal, a qualidade tendo a ser boa, mas já pegamos casos em que a qualidade é sofrível, embora haja empresa contratada para estando fazendo o serviço. Quando é uma gravação da parte interessada, a qualidade pode variar mais, normalmente para pior. A principal dificuldade ocorre quando os falantes estão distantes do gravador ou ainda há pessoas de idade que falam baixo ou apresentam dicção peculiar.

P1: Juiz

P2: Promotoria ou Parte

R1: Respondente (réu ou testemunha)

D1: Defesa ou Contraparte

H1: Vozes masculinas (auxiliares do juízo)

F1: Vozes femininas (auxiliares do juízo)

 

Identificação dos falantes (banca de qualificação)

Neste caso é importante identificar cada falante. Normalmente o professor-orientador do candidato ao mestrado ou doutorado fala primeiro, agradece e cumprimenta os professores presentes e convida o primeiro professor-convidado a comentar o trabalho do candidato. Cada professor faz bastantes considerações sobre o assunto, a condução teórica e outros aspectos do trabalho. O candidato ao título é representado por “R1:”. É possível ocorrer algum diálogo entre os professores e o interessante é que o candidato só fala quando solicitado para justificar algo de sua dissertação, ou ser convidado a opinar ou emitir alguma consideração. Fora isso, a maior parte das falas são dos professores.

P1: Professor-orientador (normalmente preside a mesa)

F1: Professora convidada (primeira a falar)

F2: Professora convidada (segunda a falar)

M1: Professor convidado (primeiro a falar)

M2: Professor convidado (segundo a falar)

 

Convenções adotadas

As seguintes convenções devem ser seguidas para manter a uniformidade dos trabalhos de transcrição. Essas informações resumem o Guia do Texter 2016 que você recebeu junto com este manual, assim como acrescentamos o Manual de Estilo e Redação da S.A. O Estado de S.Paulo e alguma bibliografia de consulta de livros de nossa autoria e consulta a NURCs da UFRJ.

 

Orientação geral

Prefira grafar corretamente os verbos seguindo a gramática em geral, procurando ser o mais fiel possível à fala dos falantes, sem inverter a ordem de palavras. Pequenos erros gramaticais de concordância verbal e nominal podem permanecer no texto dependendo do tipo de transcrição.

 

Seguem abaixo convenções detalhadas dos ajustes mais comuns que fazemos nas revisões.

  • Datas
    1. 02 de janeiro de 2017 = correto
    2. 02 de Janeiro de 2017 = evitar uso (meses não se iniciam com letras maiúsculas)
    3. 10/12/2012 = correto para “dez do doze de dois mil e doze”
    4. Dez do doze de 2 mil e 12 = evitar uso
    5. 10/12 = correto para “dez do doze” se referindo a data.
    6. Dez do doze = evitar uso
    7. O ano de 2.017 = evitar uso (não se grafa ano com ponto)
    8. O ano de 2018 = correto
  • Usar sempre letras minúsculas para:
    1. Dias da semana = segunda-feira, terça-feira… sábado, domingo.
    2. Meses = janeiro, fevereiro… dezembro.
    3. Estações do ano = primavera, verão, outono, inverno.
    4. Cursos = curso de medicina, curso de engenharia (usados como substantivo)
  • Usar as iniciais maiúsculas para:
    1. Nomes próprios usar: Na Faculdade de Medicina… na Engenharia (se referindo especificamente ao local físico, a faculdade de entenharia.
    2. Se refere a instituições por nome: Igreja Católica, Estado de São Paulo, etc.
    3. Nomes de livros, filmes, obras de arte, teses: A Era do Gelo, Monstros S/A, Guerra nas Estrelas, Titanic, Mona Lisa, Colosso de Rodes.
  • Marcação de tempo
    1. [01:44:54] = correto (única forma aceita de marcar tempo)
    2. [01:44:54.5] = incorreto
    3. [01:44:54,5] = incorreto
    4. [01:44:54] = incorreto
    5. [104:54] = incorreto
  • Números em geral
    1. Números cardinais
      1. Um a dez = correto
      2. 11 a 100 = correto
  • 1 mil = correto
  1. 17 mil = correto
  2. 1 milhão = correto
  3. 12.5 bilhões = correto
  • Meio milhão de reais = correto
  • R$ 100,00 = evitar uso (evitar os zeros depois da vírgula, “,00”)
  1. R$ 100 = correto
  2. US$ 23.45 = correto (“R$”, “US$” e outros)
  3. R$ 100.000 = evitar uso (evite três zeros seguidos)
  • R$ 100 mil = correto
  • R$ 1,11 = correto
  • Um real e dez centavos = evitar uso
  1. 11 reais e dois centavos = evitar uso
  1. Números ordinais (use o bom senso)
    1. 1º ano = correto para série escolar
    2. O primeiro ano de vida = correto para bebês.
  • Os 7º, 8º e 9º anos do fundamental = correto (para séries escolares)
  1. O 2º semestre da faculdade = correto (para séries escolares)
  2. O primeiro ano da safra foi legal = correto
  3. 11º lugar = correto (11º para frente usar números com sinal)
  • 11ª posição = correto (11ª para frente)
  • 53º Congresso Nacional = correto
  1. Tempo (intervalo de tempo ou idade)
    1. Um ano e oito meses = correto
    2. Dois anos e 11 meses = correto
  • 12 semanas = correto
  1. Números romanos (não usar)
    1. Ensino Fundamental 2 = correto
    2. Ensino Fundamental II = evitar uso
  • Século XVIII = evitar uso
  1. Século 18 = correto
  2. Segunda Guerra Mundial = correto
  3. II Guerra Mundial = evitar uso
  1. Porcentagem (preferimos grafar “por cento”) – Veja Manual de Estilo e Redação do Estadão
    1. Foram 10,5 por cento = correto (fala dez e meio por cento)
    2. Foram 10.5 por cento = correto
  • Exceção do valor menor que 1 por cento
    1. Foi 0.5 por cento = correto
    2. Foi meio por cento = correto
    3. Foi zero ponto alguma coisa por cento = correto.
    4. 0,2 por cento = correto para “zero dois por cento”
    5. 2 por cento = correto para “zero ponto dois por cento”
  1. Medidas de distância, área e volume (adotar por extenso)
    1. Corri 15 quilômetros na São Silvestre = correto
    2. Corri 15KM na São Silvestre = incorreto
  • Corri dois quilômetros na São Silvestre = correto
  1. Comprei um peru de quatro quilos = correto
  2. Comprei 150 gramas de mortadela = correto
  3. Bebo dois litros de água por dia = correto
  • A caixa d’água tinha 1 mil litros = correto
  • A casa de 130 metros quadrados foi vendida = correto
  • Uso de parênteses
    1. Usamos parênteses para sinalizar
      1. (hipótese de fala) [01:44:54] = algo que se julgou escutar ou não temos certeza, deve vir sempre acompanhada do tempo.
      2. (inint) [01:44:54] = palavras ou trechos que não conseguimos entender.
    2. Usamos parênteses duplos para sinalizar os comentários do transcritor, que devem vir acompanhadas pela pontuação. Os principais são:
      1. ((acha graça)) ((riso)) ((risos)) = equivale a “kk”, “kkk”, “kkkkk” em SMS.
      2. ((corte do transcritor)) [01:58:35] a [01:58:38] = para intervalo de tempo maior que dois segundos, sinalize o intervalo de tempo.
  • ((silêncio)) [01:58:35] a [01:58:38] = para intervalo de tempo maior que dois segundos, sinalize o intervalo de tempo.
  1. ((interrupção)) = qualquer interrupção como celular, telefone, chega outra pessoa que não relacionada à entrevista.
  2. ((voz baixa)) = quando fala muito baixo como se segredasse algo.
  • Pontuação
    1. Ponto final (.) = correto
    2. Ponto de exclamação (!) = evitar uso
    3. Ponto de interrogação (?) = correto
    4. Vírgula (,) = correto
    5. Dois pontos (:) = correto (seguimos as regras convencionais).
      1. Use para citações (E ele falou: “Vó, você viu?”)
      2. Uso para expressões (Então fica combinado: vão vocês dois para a Disney).
    6. Ponto e vírgula (;) Usamos quando percebermos uma clara intenção de que há itens que estão sendo elencados. Mas não sonos muito exigentes, evitamos o uso.
      1. Então, item um é farinha; item dois é açúcar; item quatro é ovo; item quatro é leite… = correto
      2. Quero o ano que vem correr e nadar; fazer regime e tomar remédio para controlar apetite; vou fazer tudo junto. = correto
    7. Aspas duplas (“) = correto (use para citações)
      1. Use para citações = correto (ver acima)
        1. Pode ser usado para expressar pensamentos.
      2. Aspas simples (‘) = correto
        1. Utilizar somente em citação dentro de citação
          1. E ele falou “ah, ele disse ‘cuidado aí, camarada’, mas eu nem liguei”.
        2. Evite outro tipo de uso para aspas simples.
  • Para representar letras isoladas A, B, C…
    1. Grande ABC = correto
    2. Grande ‘ABC’ = evitar uso
    3. K-I-S-S-I-N-G-E-R = correto (soletrado)
      1. K-A-O-S = correto (mas fica poluído)
      2. KISSINGER ((soletrou)) = correto (forma mais fácil)
    4. Hífen (-) = usamos para palavras compostas ou para soletrar
    5. Travessão (–) [o atalho é ALT+0150] = usamos para destacar algum elemento dentro da frase.
      1. H1: Era algo imperdoável – embora tenha se arrependido – foi feito o que se podia, não era possível fazer mais nada.
  • Reticências: Elas merecem um capítulo à parte pois é o elemento mais versátil da transcrição.
    1. Alongamento vocálico
      1. Eh… o… a… para… = correto (são hesitações ou pausas sonoras)
      2. Você… = correto (alongamento soando como “voceeee”)
    2. Autointerrupção ou reordenamento de pensamento
      1. Então estava correndo e… Ué, você ouviu isso? = correto (interrompeu o raciocínio e trocou o discurso)
    3. Palavras incompletas
      1. Então estava pensan… = correto (interrompeu a palavra “pensando”)
    4. Interrupções de terceiros
      1. Quando um falante é interrompido por outro apresenta-se da seguinte forma
        1. H1: Eh… observando lá…
        2. F1: Observando lá e aprendendo, né? = correto (mantenha grudadas as reticências à palavra que continua o discurso)
  • Casos especiais
    1. Expressão “entre aspas” ou “aspas” = conforme o falante declarou, escreva.
      1. Eu estou, entre aspas, “sendo obrigado” a transcrever = evitar uso
      2. Eu estou, entre aspas, sendo obrigado a transcrever = correto
    2. Expressões fáticas
      1. Ah, sim. = correto
      2. Ah, não. = correto
  • Ah… = correto (soa como um “áááaaâ” decaindo, de desapontamento)
  1. Ah. = correto (um “ah!” como se estivesse espantado)
  2. Ááá = evitar uso
  3. Eh… é isso que aconteceu = correto (ééé… é isso que aconteceu)
    1. Não confundir com verbo ser, ok? Normalmente é possível identificar se é verbo ou não.
  • É, é isso que aconteceu = correto (é, é isso que aconteceu)
  • Oh. = correto (para interjeição de surpresa “ó!”)
  1. Oh… = correto (para um “óóóooô” de desapontamento)
  2. Ó. = correto (substituindo pelo verbo olhar, faz sentido)
  3. Ô. = correto (para interjeição “Ô”)
    1. Ô, você viu? = correto (como se fosse “Cara, você viu?”)
    2. Ó, você viu? = correto (como se fosse “Olha, você viu?”)
    3. Ó o auê aí, ô. = correto (como se fosse “Olha o auê aí, cara”)
  4. Contrações
    1. Né = pode ser usado como contração de “não é?” = correto
      1. Né, no início da frase leva vírgula.
      2. No meio da frase, o “né”, né, leva duas vírgulas
      3. No fim da frase, o “né” leva vírgula antes e ponto de interrogação no final, né?
    2. Tá = quando se trata de contração do verbo estar
      1. O Jackson está em casa, dona Flor? = correto
      2. O Jackson tá em casa, dona Flor? = evitar uso
  • Tá = no sentido de “sim”, ou “certo”.
    1. O Jackson volta tarde, hoje, tá? = correto no Ipsis Litteris (para ter certeza, troque por ‘ok’ mentalmente)
    2. E ele tá bem? = evitar uso (é contração do verbo estar)
    3. E ele está bem? = correto
    4. Tá bom, eu falo que você ligou = correto no Ipsis Litteris
  1. Pra(s) e pra(s) (têm mais ou menos a mesma regra)
    1. Eu já falei “para pra atravessar a rua” = correto no Ipsis Litteris
    2. Eu já falei “para para atravessar a rua” = correto no Standard
  2. Num e numa, nuns e numas, e outros casos
    1. A transcrição de áudio dispõe de uma “licença poética” e admite palavras consagradas serem grafadas.
  3. Expressões especiais de comunicação – sejam grunhidos ou outras expressões que indicam que algum falante (seja pesquisador ou respondente) esteja demostrando em excesso, podem ser cortadas na transcrição inteligente (standard). Isso tem por finalidade facilitar a leitura. Esse esforço de uma das partes podemos deixar de transcrever se a contraparte continua o discurso sem alterá-lo.

 

As diferenças entre uma transcrição inteligente (standard) e uma transcrição literal (ipsis litteris) são:

A inteligente privilegia a leitura, corta gaguejamentos, frases incompletas, palavras incompletas, os né e os tá quando estas se referem a interjeições. São permitidos algumas alterações. Cortamos expressões de assentimento ou compreensão que forem atrapalhar a leitura, quando apenas indicarem que a contraparte está expressando apenas entendimento da situação.

A literal privilegia a escuta, registrando gaguejamentos, frases incompletas, palavras incompletas, os né e os tá quando se referem a interjeições.

 

DICAS RÁPIDAS Standard Ipsis Litteris
Palavras incompletas Fui pensan… = evitar uso

E aí eu f… = evitar uso

Fui pensan… = correto

E aí eu f… = correto

Frases incompletas Opcional manter Obrigatório manter
Gaguejamentos Eu fui lá = correto Eu fu. Fu… fui lá = correto
Tá bom

Tá certo

Está bem = correto

Está certo = correto

Tá bom = evitar uso

Tá certo = evitar uso

Tá (substitua por certo ou ok) Eu fui lá, certo? = correto Eu fui lá, tá? = correto
Verbo estar não aceita contração em nenhum caso. Lembre-se, não existe o verbo “tar” ainda. Ele tá lá em casa = evitar uso Ele tá lá em casa = evitar uso
Né (contração de não é) Eu fui lá, né? = evitar uso pois devem ser cortadas no estilo inteligente (standard). Eu fui lá, né? = correto, devem ser registrados no estilo literal.

 

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Bibliografia

Guia do Texter – Edição de 2016 (solicite versão para contato@transcricoes.com.br)

Manual de Redação d’O Estado de S.Paulo (solicite versão PDF)

http://www.concordancia.letras.ufrj.br/index.php?option=com_content&view=article&id=52&Itemid=58

http://www.clubedeautores.com.br/book/202236–O_que_e_ser_transcritor?topic=computadoresetecnologia#.WGbEhvkrLIU

http://www.clubedeautores.com.br/book/202693–Como_transcrever_um_audio_para_texto?topic=computadoresetecnologia#.WGbEqvkrLIU

http://transcritores.com.br/

https://www.revistas.ufg.br/sig/article/view/7396

About the author:

Web aprendiz. Iniciou-se em 2012 na internet em busca de conhecimento. Desde então se encantou com transcrição de áudio.
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