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Você está aqui: / Transcrições: “Delfim Netto – 5o Prêmio IESS”

Delfim Netto – transcrição de áudio

(transcrição da palestra magna do V Prêmio IESS)

Esta palestra apresenta a visão de um economista notável, que tivemos a alegria de transcrever. Como tratava-se de palestra pública, pedimos ao cliente licença para publicar seu serviço em nosso blog devido à relevância do assunto e seu impacto na vida de toda a Sociedade Brasileira.

Segue então a transcrição da palestra de Delfim Netto, cujo fino humor já de início, nos deleita.


DELFIM NETTO: Bom dia a todos.

Primeiro gostaria de agradecer muito à IESS a oportunidade que me concede de conversar com os senhores.

Tenho duas confissões.

Primeiro, vou usar o privilégio da velhice para falar sentado.

((risos))

E segundo, estou, na verdade, com um sentimento muito interessante.

De um lado, um grande entusiasmo e de outro um certo constrangimento. Entusiasmo por ver tanta tentativa de entender realmente a realidade, de ir para o mundo empírico, para entender o que é que está acontecendo, para esclarecer as coisas. Não há nenhuma outra forma de a gente entender o mundo a não ser fazer o que os senhores estão fazendo, pesquisa. Quer dizer, é isso, é extrair da realidade aquele fato importante. Constrangido porque eu vou dizer para os senhores uma série de obviedades diante de tanta ciência, de forma que eu vou tentar mostrar para os senhores como a saúde se encaixa na construção de uma sociedade civilizada.

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Essa sociedade civilizada, ela está colocada dentro da Constituição de 1988. A Constituição de 1988 é muito criticada porque propõe certas coisas, uma das poucas (opino) anda se referindo de que o transporte ou a saúde é um dever do Estado e um direito de todos.

Ela não diz isso. Ela diz uma coisa um pouco diferente, como eu vou tentar mostrar para os senhores. Ela diz é que saúde e educação são universais, ou seja, para todos e paga por todos.

A Constituição não diz que não tem nada gratuito.

De forma que… mas o que ela implica, essa sociedade civilizada? Primeiro é a liberdade de iniciativa, a aquilo que se referiu no final, o nosso (Pinna) na exposição do grande (Akira Seni).

Ela quer uma sociedade onde você vai escolher a sua forma de viver. Você escolhe a sua atividade, você se sentir bem escolhendo isso, e você pode se apropriar dos benefícios dessa atividade, desde que ela seja lícita.

Mas, o segundo passo, é que ela não quer uma sociedade apenas a liberdade. Ela quer uma sociedade onde haja uma maior igualdade de oportunidades. O cidadão melhora não quando a sua situação melhora, apenas. Ela melhora quando a minha situação melhora, mas a sua também melhora junto comigo. Quando nós subimos juntos. Quando nós permanecemos mais solidários.

Então, ela quer não só a liberdade, mas sim, uma certa liberdade ou igualdade de oportunidade. Qual é o ponto central dessa liberdade e dessa igualdade de oportunidades? É que a minha situação no mundo não dependa de onde eu nasci. A geografia e a história de onde eu nasci devem ter pouca importância no meu desenvolvimento no mundo. Ou seja, uma vez produzido, eu sou um senhor de direitos.

E que direitos? Do direito de ter o meu aparato para a apreensão do mundo construído de uma forma muito parecida com aqueles que nasceram em um lar mais bem equipado. Isso é fundamental, por que? Porque nós vamos ver o seguinte, que esse é um fator que implica na saúde e educação universalizadas e paga por todos, e implica uma certa mitigação da transferência da riqueza acumulada a cada geração.

Você quer uma sociedade onde nós não sejamos tão diferentes um do outro, mas onde cada um possa escolher o seu caminho.

Isto é importante porque há um conflito entre esses dois valores. Todos nós sabemos que a liberdade absoluta se suicida. Quando você tem excesso de liberdade, você mata a liberdade. Outro valor que mata a liberdade é a igualdade.

O homem, quando tem paixão pela igualdade, ele prefere a igualdade à liberdade. Ou seja, ele se submete à tirania.

São dois fatores que eles precisam ser combinados de uma certa forma. Mas, se ele tiver liberdade e igualdade, o que é que ele faz com ela? Se ele não tiver condições de montar um sistema produtivo relativamente eficiente, que ele precise de pouco tempo para a sua subsistência material, para sobrar mais tempo para gozar as vantagens da liberdade e da igualdade.

O homem não nasceu para trabalhar. O homem nasceu para vagabundear.

((risos))

Ele precisa, portanto, de um mecanismo eficiente que lhe dê tempo suficiente para se transformar em homem, para encontrar a sua humanidade. Ele precisa de tempo para ser humano.

Como aquilo controla isso?

Ao longo da história, desde que ele saiu da África há 100 mil anos, ele foi procurando um sistema que pudesse acomodar esses valores, porque eles são, não são perfeitamente compatíveis. A eficiência produtiva não é compatível com a liberdade. Ou, qualquer sujeito que entrou em uma fábrica ou que está em um escritório, sabe que a eficiência produtiva exige uma certa hierarquia.

Nós já sabemos que liberdade e igualdade não são compatíveis entre si quando você pensa em termos absolutos. Portanto, liberdade e igualdade para que sejam gozadas, precisam de eficiência produtiva. E são três valores que precisam que sejam combinados no processo histórico.

E que processo histórico é esse? É a esse que eu me referi. Desde que o homem saiu da África há 140 mil anos, ele está procurando mecanismos. Primeiro ele encontrou o rei, depois um bandido que mandou nele e depois ele encontrou todas as formas. Ele foi evoluindo.

No século 18 ele começou a utilizar e se estabeleceu há 10 mil anos com a agricultura. Naquele momento ele se sentia parte da natureza, quando ele ficou, se estabeleceu na cidade, ele começou a se separar da natureza, achou que era senhor da natureza.

E o que é que foi acontecendo? Ele foi se desenvolvendo, ele foi incorporando a tecnologia e foi crescendo. Vem a Revolução Industrial, então há um despacho no processo.

O importante é compreender, ele foi encontrado na História, como se fosse um processo de seleção biológica – isso é uma seleção histórica – alguma organização que permitisse compatibilizar razoavelmente os três valores.

Esse é o tal negócio que nós chamamos de capitalismo. O capitalismo é um instante da História, o capitalismo é o mecanismo que funcionou porque o homem encontrou também mecanismos de reduzir o poder econômico do capital.

Quando é que nasceu o capitalismo? Ele nasce quando eu separo o homem do capital através da propriedade privada. A propriedade privada é fundamental para eu ter o mercado. A propriedade privada é que garante o funcionamento do mercado, e o mercado é que garante a relativa liberdade, a relativa igualdade e elas vão caminhando juntas.

Como é que se estabeleceu esse controle? O homem inventou um mecanismo diabólico, que é o sufrágio universal. Quando o homem inventou o sufrágio universal, o trabalhador que tinha sido despojado do capital pela propriedade privada se transformou em cidadão. Foi para a urna, e na urna determina as restrições ao poder do capital.

É a combinação dessas duas instituições. De um lado o mercado que produz eficiência, sustenta, permite a liberdade e a igualdade, e do outro a urna que vem corrigindo as desigualdades.

Esse mecanismo é fundamental.

Nós não inventamos nada.

O capitalismo não é uma invenção.

Eu fico muito preocupado quando eu vejo as pessoas imaginarem que isso é uma coisa eterna. Não, ele é simplesmente um instante de passagem na construção dessa sociedade civilizada que nós estamos tentando construir, e que nós vamos avançando sempre nessa direção.

O homem, a cada vez que tentou encontrar um curto circuito de fazer a coisa mais depressa, terminou em grande porcaria. Por que? Porque na verdade os sonhos da razão são os animais mais perigosos que existem. A razão desembestada separada da realidade produz tragédias. E nós vimos o século 20 é como cheio de tragédias, procuradas exatamente ver o fato de que você não entendeu o que está acontecendo.

O capitalismo é uma passagem, é cheio de defeitos, cheio de dificuldades. Mas ele é simplesmente um caminho. É um caminho que o homem foi encontrando, e que vai ser superado, e como está sendo superado. Quem é que não percebe uma mudança completa no sistema de trabalho? O mundo está mudando e vai continuar mudando na direção dessa sociedade civilizada.

É importante, portanto, a gente entender o seguinte. Como, ou que papel vai desempenhar o que nós estamos tentando falar nessa sociedade? Ou, portanto, o sufrágio universal é o instrumento civilizador dessa organização social. Ela exige o respeito ao sistema de preços.

Ninguém inventou o sistema de preços. Desde a Grécia antiga e antes disso ainda já com… na Pérsia, e antes disso até, o homem foi encontrando formas de combinar as suas necessidades com a sua capacidade de produzir.

As feiras, que são imemoriais, era simplesmente o sujeito produzir alguma coisa, levava para expor, e o sujeito que passava, se eu tivesse necessidade, que também tinha produzido qualquer coisa trocava por aquilo.

À medida que vai tendo uma divisão do trabalho vai aumentando a eficiência, isso vai se tornando em uma instituição muito mais forte.

O mercado, portanto, ele é simplesmente o mecanismo pelo qual você coordena as necessidades de milhões de pessoas com a capacidade de produzir de outras milhões de pessoas.

Como quando as pessoas não entendem esse papel do mercado, eles acham que é fácil apresentar, construir o Socialismo, construir qualquer coisa, construir um substituto para isso que está aí. Cada vez que você não consegue entender o papel do mercado, você fazer enormes tolices. Nós estamos vivendo isso.

O grande problema do governo brasileiro não é nenhum… está ligado a isso. As pessoas, a Dilma é absolutamente honesta. A Dilma tem absoluta honestidade de propósito. A Dilma tem objetivos muito válidos. Ela quer a modicidade tarifária, e esquece o sistema de preços. Estamos vivendo as consequências que você ter inventado o voluntarismo para substituir o sistema de preços.

O Estado é o instrumento fundamental para que esse sistema funcione. Ele tem que ser constitucionalmente forte, mas ilimitado para poder sustentar essas instituições, que é de um lado a propriedade privada e de outro lado o bom funcionamento dos mercados.

A livre competição é o caminho para você encontrar essa eficiência. A livre competição é o caminho para você encontrar essa eficiência. Não tem nenhum outro caminho, não. E nem vai ser descoberto.

E também não há… de vez enquanto as pessoas imaginam, ou em alguns economistas, “ah, a gente vai maximizar tudo”. Ninguém maximiza nada. Quem trabalhou um dia como eu trabalhei em uma oficina mecânica, sabe que a gente se acomoda aonde está. De vez em quando há um excesso de demanda, você se apressa um pouquinho, mas na boa organização é aquela onde você está acomodado, que ela funciona quase automaticamente.

Eu queria mostrar para os senhores, talvez isso possa parecer uma extravagância, mas o que é o processo de crescimento econômico? O crescimento econômico não é um crescimento explicado pela Economia.

O crescimento econômico é um fenômeno termodinâmico em que uma sociedade se apropria de uma região que hoje eu chamo de natureza. Nessa região, ele vai ter que escolher, selecionar como concentrar energia e decidir dissipar essa energia na produção de bens e serviços.

Uma vez construído essa energia, tem o trabalho e o capital. Os dois se unem, se intercomunicam, porque à medida em que você vê que o capital se sofistica, você precisa de uma educação maior, você precisa de mais saúde inclusive. Você forma lá uma relação entre capital e trabalho que é o fundamental para que haja o aumento da produção por homem.

Crescimento econômico é o apelido de aumento da produtividade por homem. Quer dizer, não tem… eu fico muito entusiasmado quando eu vejo alguns economistas dizerem, “precisa aumentar a produtividade para o crescimento”. Ele está falando uma tautologia. Ele está dizendo “para crescer, precisa crescer, hein”.

Então, por definição, mas isto, você, com essa combinação produz o tal PIB, que é tudo aquilo que a gente produz durante uma unidade de tempo.

Para produzir o PIB você precisa de um outro fator de produção, que é a importação. A importação é fundamental, e é por isso que mesmo as tribos tocavam algumas coisas, porque você não pode produzir tudo internamente.

Uma vez produzido a importação, você produz o PIB. Uma vez produzido, você só pode usar em três fatores. Ou você pode consumi-lo, se você consumir, ele volta para o trabalho na forma de energia que está sustentando o trabalho. Ou você pode investi-lo, ou seja, deixar de consumi-lo para investimento. Ele volta como saúde e educação para treinar e para permitir a eficiência do trabalho, ou ele volta para o estoque de capital.

Veja que o sistema se fecha.

Ou então você exporta para poder pagar a importação.

Aqui você tem três coisas diferentes. Você tem um negócio, alguns quadradinhos em vermelho que mostra o seguinte, que interrompem o circuito.

Se não tiver energia o circuito morre.

Se não tiver investimento, o circuito vai murchando até morrer.

Se não tiver exportação para pagar as importações, você vai para uma crise e paralisa.

O importante é compreender o seguinte, que o objetivo é aumentar a produtividade no trabalho e aumentar o crescimento. Então, esse é o objetivo de qualquer sociedade.

E tem mais um problema, que uma vez produzido você precisa decidir quem vai ficar com o produzido. Como você tem dois fatores de produção no caso, o capital e o trabalho, uma vez produzido tem que ter uma arbitragem política. Isto não é economia, é uma arbitragem política de quem vai ficar com o excedente, se é o trabalho ou se é o capital, ou se vai combinar os dois de tal forma a manter o sistema funcionando.

Se vocês ficarem todos com o trabalho, mata o investimento, o sistema morre.

Se fica tudo com o investimento mata o sistema, porque você mata o trabalhador.

Então, o sistema depende de um equilíbrio que vai ser sendo instituído pelo comportamento das pessoas.

O que eu queria chamar atenção final é estes azuizinhos aqui. Depois que você produziu o PIB, sempre sobra um resíduo. Sobra um resíduo e mais, que é o degrado, que é a natureza degradada, e mais o CO2. E que volta para a natureza, ou seja, corta um pedaço da natureza.

A natureza é como se tivesse um salame, você está tirando proveito. Cada fatia que você corta, ((pst)) o salame fica menor.

E é por isso que a natureza hoje, todos nós estamos sabendo isso, o negócio está quente e o negócio está ficando quente demais, porque nós abusamos desse processo. Cortamos muitas fatias do salame.

Veja. Aqui são os dados do ano 1000 são os dados do Madison. Você tem no ano 1000 a estimativa, a expectativa de vida de nascer era de 23 anos. Hoje ela está em torno de 76.

Vocês veem o seguinte, é que ela foi acompanhando, na verdade, a evolução do PIB per capita, que é essa coisinha azul.

Lá eu ponho umas flechinhas para mostrar as inovações que foram sendo absorvidas, até praticamente, você veja aí, 1850 o PIB estava constante. A partir de 1850 é que você começa até a incorporação de tecnologia, de novas tecnologias, de novas fontes de energia, e você tem então uma expansão.

Você tem uma coevolução entre o PIB per capita e a expectativa de vida. O que significa que de uma certa forma, sempre houve uma coevolução entre saúde e crescimento.

Aqui é só para demonstrar o seguinte, que eu quero mostrar que o Brasil não é um país teratológico. Aquilo que nós vimos para o mundo se reproduz no Brasil.

Aqui a relação entre o PIB per capita em paridade de poder de compra, isto é, você avalia o PIB brasileiro em termos, digamos, dos preços relativos dos EUA. Ou seja, você elimina o efeito da taxa de câmbio. Quando ele disse, isso foi no ano passado, quando a taxa de câmbio era 2.50, mas hoje é 3.50, esse aqui elimina isso. Esse aqui você está avaliando todos os PIBs em termos de uma referência, que é os EUA. É o PIB, portanto, em paridade de poder de compra.

Aqui você tem no eixo horizontal o PIB per capita e a expectativa de vida no eixo vertical, e você tem lá, ela cresce com o PIB per capita. Mas o Brasil está lá no vermelho. Ele está em cima da curva lá, não tem nada de teratológico, não tem nada de muito diferente no Brasil com relação ao resto do mundo.

Nós somos parte do mundo, estamos dentro do mundo, estamos nos comportando parecidos com o mundo.

Quer ver um outro exemplo? Aqui é o PIB per capita e a mortalidade infantil. De novo, ela se reduz rapidamente com a produtividade, com o aumento da PIB per capita, mas o Brasil está muito, de novo o pontinho vermelho, quer dizer, o Brasil não tem nada de teratológico. O Brasil não é especial. O Brasil só é mal administrado, isso é outra coisa.

((risos))

Não tem nenhum defeito essencial de nascença. O DNA é bom, certo? O ambiente está muito ruim, mas…

Isso é só para mostrar o seguinte, que esse é um problema realmente complicado, porque não só porque nós estamos em um processo de envelhecimento, mas porque a saúde é parte fundamental do bem estar do cidadão.

Não adianta nada ele ter liberdade, não adianta nada ele ter um PIB extremamente alto, não adianta nada ele ter igualdade, se ele não puder gozá-los. A única forma dele poder ser um dia poeta, outro dia navegador, outro dia ser uma grande figura de poder construir a sua humanidade, é se ele tiver saúde. Se ele não tiver saúde, não vai acontecer nada.

Então, é por isso que ela é, na verdade, talvez, sem explicitação o valor mais alto que o homem tem. Porque ela é que vai permitir que ele goze de todos os outros atributos, que é o atributo de ele estar vivo.

Então, é por isso que eu digo, enquanto você estiver dor, fique alegre. Não se preocupe.

((risos))

Então, você tem, aumenta a população, vai aumentar a demanda de saúde. Aumenta o nível de renda, aumenta a demanda por saúde. Há uma melhoria na qualidade do acesso, aumenta a demanda de saúde. O sistema vai envelhecendo, aumenta a demanda de saúde.

Tudo isso exige mais investimento, e que vai aumentar o custo per capita do atendimento da saúde. Mas ainda sobre ela fecha um outro círculo. Você tem o avanço tecnológico que exige mais exames, que exige mais investimentos e aumenta o custo da saúde.

Ou seja, a saúde é um bem. Querido e desejado, mas que é um bem extremamente complicado, por que? Isso mostra que no fundo os custos da saúde vão ser de uma certa forma exponenciais. E o que é mais grave, à medida em que você envelhece, você exige um aumento maior nesses gastos.

E a coisa mais trágica que pode acontecer, é uma sociedade ficar velha antes de ter ficado rica. Porque aí ela está frita, realmente.

Então, só para dar um exemplo, como na minha opinião essas coisas funcionam. Aqui são os aumentos do custo per capital da saúde. Ele é um exponencial e vai continuar uma exponencial, e vai se deslocando cada vez mais para cima.

Ou seja, esse é um setor onde você vai exigir um aumento cada vez maior da eficiência. Cada vez maior, nós temos que andar atrás da eficiência, porque é a única forma de satisfazer o mínimo de necessidade de uma população que está envelhecendo necessitará. Muito obrigado.

((aplausos))

((fim da transcrição))

LINK Inscrição para o Prêmio IESS – Instituto de Estudos da Saúde Suplementar.

About the author:

Web aprendiz. Iniciou-se em 2012 na internet em busca de conhecimento. Desde então se encantou com transcrição de áudio.
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